Pesquisar este blog

quarta-feira, 13 de março de 2013

Acompanhamento Individual









Para registrar a evolução de cada crianças durante o período de adaptação, fiz uma planilha que pode receber meus registros e das educadoras, é um modelo simples e prático para que este período não se perca na correria, com ele é possível refletir e intervir nesse processo, na verdade uso esta planilha para registar outras observações durante o ano.



Acompanhamento Inicial

Nome da criança:_______________________________ Período de vigência: ___________
_________________
Processo de adaptação da criança
Semana 1
Semana 2
Semana 3
Semana 4
Observações gerais
Relacionamento com as outras crianças








Relacionamento com as educadoras





Relacionamento com a professora





Adaptação às rotinas diárias da maternal





Adaptação ao espaço








Comportamento à entrada do estabelecimento






Esta sequência didática é muito interessante, fiz algumas adaptações para a realidade da minha escola e da comunidade.

Sequência Didática

Processo de acolhimento de bebês

Objetivos
- Construir um ambiente de acolhimento e segurança para os bebês e suas famílias.
- Estabelecer diálogos com eles e ressignificar os gestos, as ações e os sentimentos por meio da linguagem.

Conteúdos
- Inclusão das famílias no processo de adaptação.
- Respeito às singularidades de cada criança.

Idade
Até 2 anos.

Tempo estimado
Duas semanas.

Material necessário
Objetos de apego dos bebês e para os cantos de atividades diversificadas, uma foto de cada criança e livros de literatura infantil.

Flexibilização
Bebês com deficiência intelectual costumam apresentar um desenvolvimento mais lento que os demais. No entanto, no caso de deficiências menos severas, essas diferenças podem ser pouco notadas nos primeiros anos de vida. O bebê é capaz de desenvolver sua mobilidade (mesmo que tenha algumas limitações motoras) e também a capacidade de comunicação, embora costume apresentar dificuldades de equilíbrio e de orientação espacial. Certifique-se das limitações desta criança, respeite o ritmo de cada bebê e conte muito com a ajuda dos pais ou responsáveis para adequar os procedimentos nas situações de cuidado e de aprendizagem. Repetir atividades e oferecer objetos que façam parte do dia a dia do bebê são ações fundamentais que ajudam a criança nesse processo de acolhimento. Organizar um caderno de registros, com as evoluções e dificuldades de cada bebê em diferentes situações de aprendizagem também contribui para diagnosticar eventuais dificuldades da criança.

Desenvolvimento
1ª etapa
Leia a anamnese dos bebês ou entreviste seus familiares. Converse com eles sobre a possibilidade de uma pessoa próxima à criança acompanhar o período de adaptação e participar de situações da rotina para compartilhar formas de cuidados com o educador. Não é preciso que os pais estejam presentes. Outros responsáveis, como avós, tios e irmãos mais velhos, podem participar dos primeiros dias.

2ª etapa
No primeiro dia, acompanhe os responsáveis nas situações de cuidado, como banho, alimentação e sono, e observe procedimentos e formas de interação (a entrega do objeto de apego no momento de sono, como foi interpretado o choro etc.). Monte alguns cantos (por exemplo, com jogos de encaixe) e se aproxime dos pequenos. Depois, faça uma roda com eles e as pessoas de sua referência para despedida e transforme os gestos e as ações observados em palavras. Converse sobre as brincadeiras, os interesses e o que foi possível aprender sobre eles: João gosta de bola, Marina tem um paninho etc. Fale que novas brincadeiras serão feitas no dia seguinte. No segundo dia, organize outros cantos, com bacias com água, bonecas e livros, por exemplo. Circule e participe das situações. Oriente as pessoas que acompanham o processo a ficar no campo de visão do bebê, mas que procurem desta vez não interagir o tempo todo. No momento de trocar a fralda, a referência familiar pode ficar ao lado do educador, enquanto ele realiza o procedimento explicando à criança o que foi que aprendeu sobre ela ("Eu já sei que você adora segurar seu urso ao ser trocado. Pegue aqui").

3ª etapa
No terceiro dia, brinque e abra espaço para a expressão de sentimentos e gestos. Procure dar sentido às ações com base nas experiências que os envolvem ("Seu bebê está com fome, José. Vamos preparar uma sopa?). As pessoas que acompanham os bebês podem se afastar do campo de visão deles. A saída deve ser comunicada às crianças. No quarto dia, mostre cantos variados. À medida que demonstrarem segurança, faça as despedidas das pessoas que os acompanham. Anuncie onde estarão (quem ainda fica na creche, quem vai tomar um café ou quem vai embora). Brinque e acolha os possíveis choros, pegando no colo, oferecendo brinquedos etc. Leia uma história.

4ª etapa
No quinto dia, componha o ambiente com os três cantos que mais atraíram no decorrer da semana. Selecione fotos dos pequenos para a composição de um painel. Nesse dia, apresente cada um, diga o nome, do que já brincou, se é sapeca, brincalhão etc. Quando os responsáveis vierem buscá-los, compartilhe esse painel na presença dos bebês e crie um contexto de conversa que demonstre o pertencimento deles à creche ("Agora esta sala é da Estela também. Olha onde fica sua foto."). Na segunda semana, planeje os cantos com base nos interesses das crianças e no que julga pertinente para ampliar as experiências delas com o mundo -- a repetição de propostas é importante.

Avaliação
Observe o comportamento dos bebês. Se possível, empreste um brinquedo às mais resistentes, diga para cuidarem bem e trazerem de volta à escola.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/processo-acolhimento-bebes-617879.shtml
Consultoria: Clélia Cortez
Formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.
Achei este artigo no site da Nova Escola, e adorei é muito rico, vale a pena ler!

Como fazer uma boa adaptação no berçário

Preparação e parceria com a família são fundamentais para assegurar uma adaptação tranquila aos bebês que vão à escola pela primeira vez

Fernanda Salla
HORA DO LANCHE No Centro Social Marista Robru, pai e educadora se revezam para alimentar um bebê durante a adaptação. Foto: Fernanda Preto
HORA DO LANCHE No Centro Social Marista Robru, pai e educadora se revezam para alimentar um bebê durante a adaptação
Crianças inseguras, pais angustiados e sofrimento diante da separação iminente. Esse não precisa ser o retrato do início dos pequenos na creche. É possível diminuir o desconforto e proporcionar uma adaptação tranquila e saudável para os bebês e sua família. A fase de acolhimento na Educação Infantil é diferente para cada faixa etária e requer atenção redobrada com bebês de até 2 anos. Afinal, quase tudo é novidade para eles: a convivência com outras crianças e adultos (além do círculo mais próximo), as brincadeiras com a areia...

O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).

Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.

Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.

Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche.

Outra estratégia para assegurar a tranquilidade é fazer um espaço para cada criança (leia a sequência didática). Assim, ela entende que há um lugar coletivo, mas que também existe um cantinho só dela, com seus objetos de apego ou brinquedos. Isso faz com que se estabeleçam vínculos com o local. Também é importante definir uma rotina, com horários e regras, para que os pequenos se sintam amparados.

O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança. Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.

Cabe ao educador acolher os bebês, reconhecer seus sentimentos e fortalecê-los emocionalmente. "As ações devem estar voltadas para a apresentação do novo ambiente de uma forma delicada", explica Clélia Cortez, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. "O que está em jogo é o compromisso em transformar os sentimentos de angústia presentes neste momento em segurança e afeto", completa.
Respeito às particularidades de cada criança
HORA DO BANHO Cuidados compartilhados ajudam a educadora a entender como o bebê está acostumado a se banhar. Foto: Fernanda Preto
HORA DO BANHO Cuidados compartilhados ajudam a educadora a entender como o bebê está acostumado a se banhar
As semanas de adaptação - que podem ser até três - são especiais e requerem uma programação diferente. Definir um escalonamento de horários, para que os pequenos aumentem gradualmente o tempo na creche, ajuda a acostumá-los com o ambiente. Não há regras: alguns demandam um tempo maior para se adaptar. Essa escala também vale para a chegada dos bebês à creche. No Centro Social Marista Robru, em São Paulo, o acolhimento é programado para que cheguem à instituição quatro crianças por semana - assim, é possível dar mais atenção a elas e estreitar o contato com as famílias, que participam ativamente do processo de adaptação. 

Durante as primeiras semanas, os pais compartilham formas de cuidados, como dar banho e alimentar. Assim, os educadores podem observar as características de cada criança, como a temperatura que gostam que esteja a água do banho, o modo como tomam a mamadeira e como preferem ficar no berço. "Essa é uma forma de observar o que eles fazem. Dessa forma, planejamos melhor nossas ações", argumenta a educadora Kelly Cristina de Almeida.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/como-fazer-boa-adaptacao-bercario-bebes-creche-617844.shtml

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Oi gente, estou tão ocupada com as coisas da escola que não tenho tempo de postar. Estou finalizando o Projeto que trabalhei com a minha turminha este ano de 2012 - Eu e você...você e eu!: Construindo a identidade, valorizando a afetividade.  Esta é a última semana, ufa! Depois estarei livre para compartilhar com vocês...Bjs!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dança das cadeiras




A dança das cadeiras é uma ótima alternativa para trabalhar atenção, agilidade e noção de lateralidade




Atividade realizada para trabalhar movimento, equilíbrio e deslocamento. Passar pela ponte e voltar pelo túnel, neste caso improvisamos com as cadeiras da sala, foi muito divertido!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Festa junina















 Projeto: Brincando e Aprendendo no Arraiá 

Período: Mês de junho

Alunos atendidos: 1a., 2a., 3a. fase do maternal (alunos de 1 a 3 anos)

Justificativa
Estamos no mês de junho e começam as comemorações das Festas Juninas. Vender convites, ensaiar a quadrilha e danças típicas, enfeitar a escola... Chega o dia da festa e pronto! O que fica disso para as crianças? Qual o significado dos festejos juninos? A Festa Junina é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo lingüístico, pois se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens, resgate de brincadeiras, culinária típica e outros! A escola tem um papel importante na valorização das tradições, portanto este projeto integrará a comunidade escolar e ocorrerá durante todo o mês de junho.

Eixos de trabalho: Identidade e Autonomia/Artes visuais/ Movimento/ Música/ Linguagem oral e escrita/   Natureza e Sociedade/ Matemática
Objetivo Geral
Incentivar nos alunos o gosto pelas festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características destes festejos que fazem parte do folclore brasileiro, ressaltando seus aspectos, popular, social e cultural.

Objetivos  Específicos :
Conhecer a origem e as características das festas juninas
Admirar e respeitar o trabalho do homem do campo
Desenvolver a socialização da criança, incentivando o trabalho em grupo
Ouvir com interesse as informações trazidas pelos colegas
Valorizar a tradição das festas juninas
Desenvolver a linguagem oral e escrita
Ampliar o vocabulário
Estimular a criatividade e imaginação através de atividades relacionadas ao tema
Incentivar o gosto pela culinária junina
Conscientizar sobre os perigos dos balões e fogos de artifício
Propiciar às crianças a participação em diversas brincadeiras típicas
Escutar diferentes expressões da cultura musical
Relacionar músicas e canções a movimentos corporais
Desenvolver o ritmo a as habilidades motoras
Socializar com a comunidade escolar e familiar
Promover a Festa Junina da Maternal Maria Dolores.

Conteúdos a serem trabalhados:
Músicas e danças típicas
Comidas típicas
Recorte e colagem
Pintura
Brincadeiras Juninas
Jogos simbólicos (faz de conta)
Exploração das formas em jogos e brinquedos

Avaliação:                                                                                                                                                             A avaliação será através de observação e registro em relação a aprendizagem individual e coletiva das crianças frente as atividades propostas durante o desenvolvimento do projeto.
Anexo de atividades sugeridas para o desenvolvimento do projeto:

Convites:
          
                                                        

Natureza e sociedade / Identidade e autonomia:
Culinária com as crianças:
Pipoca
Um punhado de milho para pipoca/ 2 colheres de óleo de soja/1 colher de sopa de vinagre branco/ sal a gosto.
         Numa panela alta com tampa, coloque o óleo e o vinagre. Acenda o fogo e deixe esquentar. Coloque o milho numa quantidade em que todos os grãos fiquem encostados no fundo da panela. Tampe a panela e, segurando a tampa, vá fazendo movimentos circulares sobre a chama do fogão. Quando começar a estourar, continue movimentando regularmente, só parando e desligando o fogo quando parar de ouvir os estouros. Coloque as pipocas em uma vasilha e tempere com sal a gosto.
(Ou pode-se substituir por pipoca de microondas)
Paçoca tradicional
1/2 kg de amendoim torrado sem casca e sem pele/2 xícaras (chá) de açúcar/1 xícara (chá) de farinha de milho/ou farinha de Mandioca torrada/1 colher (café) de sal
     Numa tigela, misture todos os ingredientes e passe no processador, aos poucos, em quatro partes.Depois, misture    tudo e passe novamente no processador até que setorne um pó fino. Coloque em forminhas para moldar ou em canudinhos de papel
Bolo de milho:
      1 lata de milho verde com a água/1 lata de leite condensado/1 colher de sopa de margarina/1 pacote de coco ralado
      1 colher de sopa de pó royal/2 copos de farinha de trigo/2 ovos inteiros
Bata todos os ingredientes no liquidificador, menos o pó Royal,coloque o conteúdo em uma tigela adicione o pó royal mexa muito bem. Unte uma forma coloque a massa leve ao forno para assar por 35 minutos


Matemática:
 Montar quebra-cabeça

 Artes visuais:


   

                       


                             

Música:

·       Cai  cai balão
·       Capelinha de melão
·       Sonho de papel (O balão vai subindo)
·       Pula fogueira
·       Abre a roda tindolele (Palavra Cantada)
·       Pezinho
·       De abóbora faz melão

Movimento:  
(esquema corporal)
  
Danças juninas (ensaiar quadrilha)

Brincadeiras:
·       Pescaria
·       Boca do espantalho
·       Tomba Lata
·       Túnel humano
·       Corrida do ovo (batata)
·       Dança da laranja
·       Pula fogueira
·       Colocar o rabo no burro
Vídeos:
·       Cocóricó
·       O segredo dos animais
·       Fuga das galinhas